Introdução: O Luto como Catalisador, Não como Enredo
O momento que define The Last of Us Part II (TLOU2) não é um ato de heroísmo, mas um evento de brutalidade abjeta: o assassinato de Joel Miller. A escolha narrativa de forçar Ellie a testemunhar conscientemente o evento, imobilizada e impotente, é o imprinting psicológico fundamental do trauma. A câmera, ao permanecer focada na reação de Ellie, seu choque, horror e a subsequente tristeza avassaladora, estabelece a base não para uma história de aventura, mas para um estudo de caso clínico sobre Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) e luto traumático.
A jornada de Ellie em TLOU2 é frequentemente interpretada de forma superficial como uma narrativa de “vingança”. Esta análise argumentará que tal leitura é redutora. As ações de Ellie não são movidas por um desejo de justiça; elas são sintomas diretos, e clinicamente precisos, de um luto patológico, complicado e não resolvido. A “busca incessante” que define o jogo não é uma escolha de poder, mas uma compulsão nascida da perda total de controle.
Para dissecar a queda de Ellie, devemos primeiro compreender sua fundação psicológica, estabelecida no primeiro jogo (TLOU1). A Ellie que conhecemos era uma personagem já definida pela perda e por uma “culpa de sobrevivente” corrosiva. As mortes de seus entes queridos, notavelmente Riley e Tess, assombram-na, criando uma necessidade desesperada de que sua própria sobrevivência, e as mortes deles, “não sejam em vão”. Sua imunidade, portanto, nunca foi um dom; foi um fardo existencial que lhe conferiu seu único propósito: ser a cura.
A psique de Ellie já estava, portanto, “preparada” para quebrar. Sua identidade em TLOU1 era inteiramente construída sobre a expiação. Quando Joel mente para ela no final do primeiro jogo, roubando-a desse propósito para satisfazer sua própria necessidade de paternidade, ele a deixa em um vácuo existencial. O trauma de Ellie em TLOU2 não é apenas a morte de Joel, mas a perda de controle absoluta testemunhada naquele momento. A vingança, então, preenche o vazio que a cura deixou. Não é apenas sobre perder Joel; é sobre encontrar uma nova, e terrível, razão para justificar sua própria sobrevivência.
A Arquitetura da Dor: A Psique de Ellie e os Modelos de Luto
A Fundação da Culpa e a Ruptura (TLOU1)
A análise da psique de Ellie deve, obrigatoriamente, começar com sua culpa fundamental. O evento formativo de sua infância, detalhado na expansão Left Behind, é a morte de sua melhor amiga (e primeiro amor), Riley. Ambas são infectadas, mas apenas Ellie sobrevive. Este evento estabelece o padrão psicológico de sua vida: ela sobrevive inexplicavelmente, enquanto aqueles ao seu redor morrem.
Essa culpa de sobrevivente é o motor que a impulsiona em TLOU1 a arriscar tudo pela cura. A mentira de Joel no hospital dos Vagalumes é o terremoto psicológico que precede o assassinato em TLOU2. Ao “salvá-la”, Joel não estava salvando a vida de Ellie; ele estava destruindo o propósito dela. Para Ellie, que se odeia por sobreviver, o ato de Joel de condenar a humanidade por ela é um fardo incompreensível.
O timing da morte de Joel é a complicação central. Sua morte ocorre precisamente no ponto em que Ellie, após anos de raiva e distanciamento, estava finalmente começando a processar essa traição. Como o flashback final do jogo revela, na noite anterior à sua morte, ela havia concordado em “tentar perdoá-lo”. A morte de Joel não apenas a enluta; ela rouba de Ellie a chance de reconciliação, deixando seu relacionamento mais importante permanentemente “com pontas soltas”.
Um Diagnóstico Narrativo: Além de Kübler-Ross
Para enriquecer a análise do luto de Ellie, é necessário aplicar modelos psicológicos formais. Devemos, primeiro, descartar o modelo popular, mas academicamente falho, dos “Cinco Estágios do Luto” (Negação, Raiva, Barganha, Depressão, Aceitação), popularizado por Elisabeth Kübler-Ross. Críticas acadêmicas apontam que este modelo não possui base empírica sólida, o luto raramente é linear, e sua popularização o tornou perigosamente prescritivo, sugerindo que existe um caminho “correto” para o luto.
O luto de Ellie não é linear; é um ciclo caótico e violento de raiva, negação e depressão, ocorrendo frequentemente em simultâneo. Estruturas clínicas mais robustas oferecem uma explicação muito mais precisa para sua patologia.
Um modelo clínico mais preciso é o de J. William Worden, que propõe “Quatro Tarefas do Luto” que o indivíduo deve completar ativamente. A jornada de Ellie é uma falha catastrófica em completar as primeiras e mais cruciais tarefas:
- Tarefa I: Aceitar a realidade da perda. Ellie rejeita ativamente esta tarefa. Sua busca por vingança é uma forma de negação extrema; ela se recusa a aceitar um mundo onde Joel está morto e sua assassina, Abby, continua viva.
- Tarefa II: Processar a dor do luto. Ellie evita esta tarefa a todo custo. Em vez de sentir a dor avassaladora, a tristeza e o desamparo, ela a transmuta em algo ativo e controlável: raiva. A vingança torna-se um mecanismo de enfrentamento desadaptativo para evitar o processamento da dor.
O estado de Ellie é melhor descrito pelo diagnóstico de Transtorno de Luto Prolongado (PGD), um diagnóstico formal pesquisado extensivamente por M. Katherine Shear. O PGD ocorre quando o luto “trava” o indivíduo, e a dor aguda da perda permanece debilitante por um período prolongado (mais de 12 meses, segundo o DSM-5).
Os sintomas de Ellie mapeiam perfeitamente os critérios diagnósticos do PGD:
- Desejo intenso pelo falecido: Manifesta-se como uma preocupação obsessiva em vingá-lo.
- Dor emocional intensa (raiva, amargura, tristeza): Define toda a sua jornada em Seattle.
- Dificuldade de reintegração: Sua incapacidade de permanecer na fazenda idílica com Dina e JJ.
- Dormência emocional: Sua crescente desconexão de seus aliados e de Dina.
- Sentir que a vida é sem sentido: Com Joel e a cura desaparecidos, a vingança torna-se seu único significado.
- Sentir que uma parte de si morreu: Ellie literalmente perde partes de si mesma — sua humanidade, seus relacionamentos e, finalmente, seus dedos.
O luto de Ellie é “complicado” não apenas pela morte de Joel, mas pela culpa de seu relacionamento não resolvido. A pesquisa sobre luto traumático e PGD identifica fatores de risco claros: circunstâncias da morte (violenta, testemunhada) e a natureza do relacionamento (conflito não resolvido). Ellie sofre de ambos. A morte de Joel interrompeu o processo de perdão. Portanto, sua busca por Abby não é apenas raiva pela morte; é uma raiva de si mesma 12 e uma raiva por ter tido a oportunidade de perdão roubada.9
Questionando a Vingança: A Mentira da Catarse e o Custo do Trauma
Vingança como Sintoma de TEPT e Coping Desadaptativo
A exigência de “questionar” as ações de Ellie é fundamental. Sua busca por vingança não deve ser vista como uma escolha de poder ou justiça, mas como uma compulsão patológica. A pesquisa psicológica estabelece uma ligação direta entre TEPT, vitimização e o desenvolvimento de fantasias de vingança persistentes.
Psicologicamente, a vingança serve a uma função: ela tenta regular sentimentos avassaladores de injustiça e perda de controle. Ellie, forçada a assistir passivamente, usa a violência subsequente como uma tentativa desesperada de reafirmar a agência. Ela troca o papel de vítima passiva pelo de agente ativa da violência.
No entanto, este é um clássico “coping desadaptativo”. Em vez de curar, a vingança funciona como uma defesa psicológica complexa contra os sentimentos intoleráveis de luto e ansiedade. Ellie está em um estado de “luto impedido”; ela não pode processar sua dor, então ela a exporta como violência.
A “Falácia do Custo Afundado” e a Rejeição da Catarse
A cultura pop e as narrativas tradicionais de ação frequentemente nos vendem a vingança como um ato catártico e satisfatório. The Last of Us Part II, apoiado por décadas de pesquisa psicológica, argumenta o exato oposto. O jogo é uma tese sobre a “mentira da catarse”.
A jornada de Ellie é a personificação clínica desta pesquisa. Cada ato de violência não lhe traz paz, mas a afunda ainda mais. Ela se torna mais “selvagem”. A tortura de Nora e o assassinato de Mel, que ela descobre estar grávida, são pontos de inflexão que a deixam horrorizada consigo mesma, mas patologicamente incapaz de parar.
Isso ilustra uma “falácia do custo afundado” psicológica. Quanto mais Ellie perde em sua busca, seu amigo Jesse, sua humanidade, seu relacionamento com Dina, mas ela precisa que a morte de Abby “valha a pena”. A morte de Abby torna-se o único pagamento concebível para justificar o custo excruciante de sua busca.
A própria estrutura narrativa do jogo, forçar o jogador a habitar o corpo de Abby por horas, é uma intervenção psicológica deliberada. O jogo não apenas mostra que a vingança é destrutiva; ele faz o jogador se sentir mal por sua própria sede de vingança. Ao subverter a “relação parassocial” que o jogador construiu com Ellie, o jogo quebra o ciclo de vingança tribal. A repulsa que muitos jogadores sentiram ao serem forçados a jogar como Abby é a prova de que a tese psicológica do jogo foi bem-sucedida: o tribalismo e a vingança são instintos cegos que resistem ativamente à empatia.
Nisso, as ações de Ellie em TLOU2 tornam-se um espelho sombrio das ações de Joel em TLOU1. Joel, em TLOU1, destruiu os Vagalumes e o futuro potencial da humanidade por um ato de amor egoísta, impulsionado por seu próprio trauma de perda. Ellie, em TLOU2, destrói sua nova família (Dina e JJ) e a si mesma por um ato de “amor” (luto) igualmente egoísta e impulsionado pelo trauma.
A Fazenda como Luto Interrompido
A sequência da fazenda representa a tentativa de Ellie de forçar uma vida normal, de pular para a “Tarefa III” de Worden (Ajustar-se a um mundo sem Joel). No entanto, seu TEPT não tratado e seu luto prolongado a tornam incapaz de estar presente. Ela sofre de flashbacks incapacitantes, não consegue dormir e está emocionalmente dormente para Dina e JJ.
Sua decisão de deixar a fazenda para uma última busca em Santa Barbara não é motivada pela raiva, mas pela dor. Seu luto patológico a convenceu de que ela não merece a paz 36 e que sua dor interna (seu TEPT) só terminará com a morte de Abby.37 Ela sacrifica sua nova família, seu futuro, em nome de seu trauma passado.
O Ponto de Virada: A Reconstrução do Significado de Neimeyer
Para entender a resolução de Ellie, devemos aplicar uma teoria final: a Reconstrução de Significado de Robert Neimeyer. Neimeyer, um dos principais teóricos do luto contemporâneo, argumenta que o luto não é sobre “deixar ir” (letting go) ou “seguir em frente”, mas sobre o difícil processo de reconstruir um mundo de significado que foi quebrado pela perda.
O mundo de Ellie foi quebrado duas vezes: primeiro, pela perda de seu propósito (a cura), e segundo, pela perda de sua figura de apego primária (Joel). Sua tentativa de “reconstruir significado” através da vingança falhou miseravelmente.
O clímax na praia de Santa Barbara é a “reconstrução” acontecendo em tempo real. No momento em que Ellie está prestes a afogar Abby, ela é interrompida por um flashback. Crucialmente, não é um flashback da morte de Joel, mas sim de sua última conversa com ele na varanda. Ela se lembra dele tocando violão e de sua promessa: “Eu não acho que posso te perdoar… mas eu gostaria de tentar”.
Ellie poupa Abby. Por quê? Porque o flashback mudou o significado de suas ações. Ela percebe, naquele instante, que matar Abby não honra Joel. O que honra Joel é cumprir sua promessa a ele: tentar viver. Matar Abby seria o ato final de autodestruição, consumida pela culpa e pela dor. Poupá-la é o primeiro ato de autocura.
O Significado do Violão Vazio: Completando a Tarefa
Ellie retorna à fazenda. A casa está vazia. Dina e JJ se foram. Este é o custo irrecuperável de sua obsessão.
Ela encontra o violão, o símbolo máximo de sua conexão com Joel. Ela tenta tocar a música que ele lhe ensinou, mas seus dedos, perdidos na luta com Abby a impedem. A vingança custou-lhe literalmente a capacidade de se conectar fisicamente com a memória de Joel.
Então, ela deixa o violão para trás, encostado na janela, e se afasta. Este não é um final de derrota, como muitos interpretam. Psicologicamente, este é o momento em que Ellie finalmente completa a Tarefa IV de Worden: Encontrar uma conexão duradoura com o falecido em meio ao início de uma nova vida.
Ela não está abandonando Joel, ela ainda carrega sua tatuagem de mariposa, um símbolo permanente dele. Ela está abandonando o fardo, o trauma e a culpa. Ela está finalmente aceitando que seu relacionamento com ele terminou inacabado, e que ela deve viver com isso. Ela está perdoando a si mesma e a ele. Ela está trocando o luto pela recordação (a memória integrada).
Conclusão: O Luto Como um Espelho Sombrio
The Last of Us Part II não é uma história de vingança; é uma tese narrativa sobre a natureza devastadora do luto traumático. O jogo utiliza sua narrativa e suas mecânicas de jogo para forçar o jogador a confrontar a “mentira da catarse” e a realidade clínica do “coping desadaptativo”.
A análise da psique de Ellie, desde sua “culpa de sobrevivente” e seu propósito roubado em TLOU1, evolui para um diagnóstico clínico de Transtorno de Luto Prolongado em TLOU2. Suas ações, quando questionadas, não são heroicas; são sintomas. Sua raiva e violência são manifestações de uma falha em processar a dor, exacerbada pela culpa de um relacionamento que a morte deixou por resolver.
O jogo é uma obra-prima de narrativa psicológica não por nos dar o que queríamos (a satisfação da vingança), mas por nos dar o que é psicologicamente verdadeiro: a vingança nos queima, custa-nos tudo o que amamos e, no final, nos deixa sozinhos em uma casa vazia, fisicamente incapazes de tocar as canções do passado.
A tragédia de Ellie é o custo de sua jornada. Sua esperança, no entanto, reside em sua resolução final. Ao largar o violão, ela finalmente para de lutar contra o passado e se vira para enfrentar o futuro. Ela não está curada, mas pela primeira vez desde que testemunhou a morte de Joel, o processo de “reconstrução de significado” finalmente começou.
Referências
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