Vini's Mind

It's just my mind

De Life is Strange a Neymar, por que é tão difícil fazer escolhas?

Escrito por: Vinicius Souza

A Encruzilhada: A Angústia Visceral da Decisão

Coloque-se, por um momento, na pele da estudante de fotografia Max Caulfield, protagonista do jogo Life is Strange. Você está em seu dormitório. Uma planta no parapeito da janela parece seca. A opção “regar” surge. Você hesita. Em qualquer outro jogo, esta seria uma ação benigna, trivial. Mas em Life is Strange, o jogador aprende rapidamente que as consequências são, como na vida, “confusas e difíceis”. Em discussões sobre o jogo, jogadores expressam frustração pelo facto de as escolhas que pareciam “certas” terem tido consequências “terríveis”. Regar a planta, um ato de cuidado, pode levá-la à morte por excesso de água. Esta é a paralisia do micro-dilema, a suspeita súbita de que cada ação, por mais insignificante que seja, é uma catástrofe em potencial.

Agora, transporte-se daquele dormitório no Oregon para o centro das atenções midiáticas globais em 2017. A escolha em questão não é uma planta, mas uma transferência de 222 milhões de euros. Neymar Jr, no auge da sua carreira no Barcelona, decide ir para o Paris Saint-Germain. Esta não foi uma escolha privada, mas um espetáculo global que redefiniu o mercado do futebol. A dificuldade aqui não residia na imprevisibilidade botânica, mas no peso esmagador do legado, da pressão de uma nação inteira e, acima de tudo, da ambição declarada de “sair de vez da sombra de Lionel Messi”.

A justaposição destes dois universos — um simulador de indecisão adolescente e uma transação esportiva que quebrou o recorde mundial — revela uma verdade fundamental. A dificuldade em escolher não é um defeito de carácter; é, talvez, a própria condição humana central. Este artigo irá argumentar que a complexidade da tomada de decisão emerge de um paradoxo fundamental que se situa na intersecção da filosofia e da sociologia.

Por um lado, somos filosoficamente livres para inventar quem somos, mas essa liberdade radical impõe-nos uma responsabilidade esmagadora pela totalidade das nossas vidas, uma visão articulada pelo existencialismo de Jean-Paul Sartre. Por outro lado, somos sociologicamente constrangidos por estruturas invisíveis, o nosso passado, a nossa classe, a nossa educação, que pré-filtram as nossas opções, tornando a “escolha livre” uma ilusão parcial, conforme diagnosticado por Pierre Bourdieu.

O que une a paralisia do jogador de Life is Strange e a aposta de alto risco de Neymar é o peso da responsabilidade. A dificuldade da escolha é diretamente proporcional à responsabilidade percebida. No caso de Life is Strange, o jogo utiliza a sua mecânica de “retroceder” (rewind) para forçar o jogador a assumir a autoria dos eventos. O jogo remove o álibi da ignorância e, como observa uma análise, força o jogador a aceitar que “não consegue escapar da responsabilidade”. No caso de Neymar, a sua fama global serve como um “rewind” social; cada consequência da sua escolha é tornada visível e dissecada pelo mundo. Ambos, o jogador e o “jogador”, são despidos do álibi do anonimato, e é nessa nudez de responsabilidade que a angústia da escolha se manifesta.

“Condenados à Liberdade”: O Fardo da Responsabilidade Total (Sartre)

O pilar do existencialismo sartreano é a famosa máxima de que “a existência precede a essência”. Ao contrário de um objeto fabricado, como uma tesoura, que é concebida com um propósito (uma essência) antes de ser criado (existência), o ser humano é simplesmente “lançado” no mundo. Não nascemos com um propósito, um destino ou uma “natureza humana” fixa. Somos, primeiro, e só depois, através das nossas ações e escolhas, definimo-nos.

É neste contexto que Sartre profere a sua frase mais célebre e aterradora: “estamos condenados à liberdade”. É um “humanismo desesperado”, como descrito numa análise da sua obra. Somos “condenados” porque não pedimos para ser livres; fomos simplesmente atirados para esta condição. Não podemos não escolher. Mesmo a recusa em escolher, a apatia, a omissão, a procrastinação é, em si mesma, uma escolha. Somos “livres” porque, na ausência de um plano divino ou de uma natureza humana predeterminada, somos “os únicos responsáveis pelo significado e valor de nossas vidas”.

Sartre não nega a realidade do mundo. Ele reconhece o que chama de “facticidade” ou “situação” o nosso lugar, o nosso corpo, o nosso passado. Não escolhemos onde nascemos ou os eventos que nos moldaram. O passado, escreve Sartre, “é aquilo que é, aquilo que não podemos modificar”. No entanto, somos radicalmente livres na forma como interpretamos e respondemos a essa situação. O passado “só pode ser concebido em profunda conexão com o porvir”, ou seja, o sentido do nosso passado é determinado pelo futuro que livremente projetamos.

A consequência psicológica inevitável desta liberdade absoluta é a “angústia”. A angústia sartreana não é o medo de um resultado específico (medo de falhar num exame). É a vertigem profunda e visceral de reconhecer a nossa responsabilidade total. Ao escolher por nós mesmos, estamos, na prática, a legislar pela humanidade inteira; estamos afirmando que a nossa escolha é como o ser humano deve ser.

Uma das nuances mais cruciais da análise de Sartre, e que muitas vezes se perde, é que os próprios “obstáculos” à nossa liberdade não são entidades objetivas. É a nossa “livre escolha” que “os revela como obstáculos”. A investigação de Sartre dá um exemplo: alguém que “almeja seguir uma carreira diplomática e mora numa cidade do interior”. Esse lugar só é sentido como um “impedimento” por causa do “fim que o indivíduo projeta ser”. Se o projeto fosse outro, ser um agricultor, por exemplo, o mesmo lugar seria uma bênção.

Isto tem implicações profundas para os nossos estudos de caso. A “sombra de Messi”  não era um obstáculo objetivo e intransponível para Neymar. Tornou-se um “impedimento” esmagador apenas no momento em que Neymar projetou o seu “fim” como sendo o protagonismo absoluto e a conquista do prêmio de melhor do mundo. A dificuldade da sua escolha não lhe foi meramente dada pelo mundo; foi criada pela sua própria projeção de liberdade e pelo futuro que ele decidiu inventar.

O Laboratório da Angústia: Life is Strange e o Peso do “Rewind”

Se o existencialismo sartreano descreve a arquitetura da angústia da escolha, o jogo Life is Strange (2015) pode ser considerado um ótimo exemplo dessa angústia. O jogo não é, na sua essência, sobre viagens no tempo ou mistérios de homicídio; é sobre “uma viagem para dentro de si mesmo” para forçar o indivíduo a confrontar a natureza da responsabilidade.

A genialidade do design do jogo reside no paradoxo da sua mecânica central: o “rewind”. A protagonista, Max, pode retroceder o tempo em segundos ou minutos para refazer qualquer conversa ou ação imediata. Intuitivamente, este poder deveria eliminar a dificuldade da escolha. Se eu posso ver todos os resultados imediatos, a escolha deveria tornar-se um exercício trivial de otimização.

Primeiro, o “rewind” impõe a responsabilidade total ao remover a desculpa da ignorância. Na vida real, quando uma escolha corre mal, consolamo-nos com a ilusão de que “não tínhamos como saber”. O “rewind” destrói essa consolação. O jogador vê o resultado, retrocede, vê o outro resultado, e agora é forçado a possuir a sua decisão, sabendo plenamente das alternativas imediatas. Como uma análise de jogador coloca de forma incisiva, com o “rewind”, “você não pode, como fazemos usualmente. O poder de Max força-a a transitar de “testemunha passiva (uma fotógrafa)” para “jogadora ativa”, plenamente responsável pelo mundo que ela edita ativamente.

Segundo, o jogo ensina brutalmente que, embora sejamos livres para agir (ou retroceder e agir de novo), não somos livres das consequências ou da “facticidade” do mundo. Se o jogador, numa tentativa “boa” de proteger Victoria, a avisa sobre Nathan, essa ação leva-a diretamente a ser sequestrada e morta por Jefferson. Se o jogador não fizer nada, ela vive. O jogo ensina a lição sartreana: a sua escolha livre (avisar) revela o mundo (a sua reação) como um obstáculo intransponível à sua intenção.

Esta responsabilidade acumula-se em momentos chave. A potencial tentativa de suicídio de Kate Marsh não é decidida num único ponto de escolha. A capacidade de a salvar depende de um conjunto de micro escolhas feitas ao longo dos episódios anteriores: atender o seu telefonema, protegê-la do assédio de David, demonstrar empatia. O jogador é forçado a sentir o peso de cada interação trivial ao perceber que, em conjunto, elas definiram a vida ou a morte de outra pessoa.

Finalmente, a angústia atinge o seu clímax na escolha final: sacrificar a amiga e amor de Max, Chloe, para (supostamente) salvar a cidade de Arcadia Bay, ou sacrificar Arcadia Bay para salvar Chloe. Este é um dilema moral insolúvel, colocando o utilitarismo (o “maior bem” de salvar a cidade) contra a lealdade deôntica ou pessoal (o “vínculo mágico” com Chloe).

Porque é que esta escolha é tão agonizante para os jogadores? Porque não há resposta “certa”. Não há um manual. É a angústia sartreana na sua forma mais pura. O jogo recusa-se a dar ao jogador uma absolvição moral. Ao escolher, o jogador é forçado a inventar a sua própria moralidade. Não está selecionando a opção “correta”; está definindo o que, para si e para Max, é o “bem”. É a escolha final que define a “essência” de Max, solidificando-a através de um ato de liberdade pura e terrível.

A Ilusão da Escolha: O Habitus e os Trilhos Sociais (Bourdieu)

Após estabelecer o peso vertiginoso da liberdade absoluta de Sartre, a nossa análise seria incompleta. Ela descreve a sensação da escolha, mas ignora as condições da escolha. Se Sartre nos dá o drama da liberdade, o sociólogo francês Pierre Bourdieu dá a realidade dos seus constrangimentos. Se, para Sartre, somos livres para inventar, para Bourdieu, essa invenção acontece dentro de limites sociais tão rígidos e internalizados que muitas vezes nem os percebemos como limites.

Bourdieu oferece um contraponto crucial a Sartre. A sua teoria não é um determinismo simples (onde não temos escolha) nem um voluntarismo ingénuo (onde todas as escolhas são possíveis). A sua síntese reside no conceito central de habitus.

O habitus refere-se aos “hábitos, habilidades e formas de pensar profundamente enraizadas” que adquirimos e internalizamos através da nossa “educação e ambiente social”. São as disposições duradouras que a nossa família, a nossa classe e a nossa escola inscrevem em nossos corpos e mentes. O habitus molda o que “valorizamos” e como “agimos”, e a sua característica mais potente é que o faz “muitas vezes sem sequer nos darmos conta”.

Funciona como um “instinto social”, ou o que Bourdieu famosamente chamou de “senso prático”. O habitus permite-nos navegar no mundo social sem ter de pensar conscientemente em cada regra. Como define um estudo sobre a sua obra, o habitus é um “conhecimento […] das regularidades do mundo social que, sem chegar a constituir essas regularidades no modo tético, permite que as condutas se ajustem a essas regularidades”. É o “sentido do jogo”, saber instintivamente o que dizer, o que vestir e o que desejar para “se encaixar” num determinado ambiente social.

É aqui que o habitus colide com a liberdade sartreana. O habitus não impede a escolha, mas filtra drasticamente o universo de possibilidades. Ele molda o que consideramos “possível ou realista” para nós. A análise do conceito dá um exemplo claro: uma pessoa de uma origem social com acesso educacional limitado pode nunca considerar seriamente candidatar-se a uma universidade de prestígio. Não se trata de uma escolha consciente de “não ir”; essa opção simplesmente “não lhes ocorre como uma opção realista”. A sua escolha “livre” é, portanto, confinada a um menu de opções que já foi pré-selecionado pelo seu histórico de classe.

Como podemos, então, conciliar a “liberdade radical” de Sartre com o “constrangimento estrutural” de Bourdieu? A resposta é que eles não são contraditórios; eles operam em níveis diferentes da experiência humana.

Sartre descreve a fenomenologia da escolha — a experiência interna, subjetiva e angustiante de ser o autor da própria vida. Bourdieu descreve a sociologia da escolha — os mecanismos estruturais, objetivos e externos que definem o próprio campo de jogo onde essa escolha ocorre.

A dificuldade da escolha, portanto, reside precisamente nesta tensão. Nós sentimos a angústia sartreana ao tomar uma decisão, como se o universo de possibilidades fosse infinito. Mas as próprias opções que estamos a considerar angustiadamente (por exemplo, “que universidade escolher?”) são, na maioria das vezes, produtos diretos e limitados do nosso habitus. A nossa angústia é o sentimento de liberdade infinita a colidir com a realidade de opções finitas e socialmente definidas.

O “Desafio” de Neymar: Entre a Invenção de Si e o “Senso de Jogo”

A transferência de Neymar Jr. para o PSG em 2017 é, talvez, o estudo de caso perfeito desta tensão entre a invenção de si sartreana e o “senso de jogo” de Bourdieu.

A leitura sartreana da sua escolha é óbvia e foi, de fato, a narrativa pública dominante. A principal motivação especulada era “sair de vez da sombra de Lionel Messi”. Esta foi uma escolha existencial para alcançar o protagonismo. A justificação do próprio Neymar, “sou movido a desafios”, é puro Sartre. Em termos filosóficos, Neymar se recusou a ser definido pela sua “situação” (ser o brilhante, mas eterno, número 2 no Barcelona) e estava projetando um novo “fim” para si mesmo: tornar-se o número 1 indiscutível, inventando um legado que fosse exclusivamente seu.

Contudo, a leitura de Bourdieu expõe a dificuldade estrutural e a tragédia subsequente desta escolha. No modelo de Bourdieu, o futebol de elite é um “campo” social, um espaço de luta onde os agentes (jogadores, clubes) competem por diferentes formas de “capital” (dinheiro, mas também prestígio e “capital simbólico”, como o prêmio de melhor do mundo).

A escolha de Neymar foi um movimento arriscado neste “campo”. O seu habitus de jogador de elite, o seu “senso prático”, ter-lhe-ia dito que o capital simbólico (prestígio, prémios) está historicamente concentrado nos clubes dominantes: Real Madrid, Barcelona, Juventus, etc. A liga francesa (Ligue 1), apesar do seu poder financeiro, era um espaço de menor prestígio histórico.

O “desafio” de Neymar não era apenas esportivo; era um desafio à própria estrutura do campo. Ele tentou usar a sua liberdade existencial (Sartre) para, sozinho, “inverter a história” e redefinir as regras de prestígio do campo de Bourdieu. A sua trajetória subsequente, marcada por lesões, desilusões e uma eventual mudança para a Arábia Saudita, e, agora, uma tentativa de redenção no Santos, pode ser vista como a tragédia de quando a liberdade existencial colide com a gravidade estrutural. Ele foi livre para escolher, mas o campo e as suas regras de acumulação de capital simbólico eram muito mais rígidos do que a sua liberdade podia suportar.

Conclusão: Escolhendo no Meio do Furacão Líquido

A escolha é difícil. Voltando aos nossos exemplos, vemos agora que a sua dificuldade é multifacetada. É difícil por causa da responsabilidade total e da angústia da invenção que ela implica um fardo filosófico que Life is Strange simula na perfeição, forçando o jogador a uma autoria inescapável. E é difícil porque muitas vezes lutamos contra as amarras invisíveis do nosso habitus e as regras rígidas do nosso “campo” social, um fardo sociológico que a carreira de Neymar ilustra, ao tentar (e talvez ao falhar) reescrever as regras do seu universo.

Como se esta tensão fundamental entre a liberdade de Sartre e a estrutura de Bourdieu não fosse suficiente, a nossa dificuldade contemporânea em escolher é exacerbada por dois aceleradores modernos.

O primeiro é o que o psicólogo americano Barry Schwartz apelidou de “O Paradoxo da Escolha”. A ideologia da sociedade de consumo moderna assume que maximizar a escolha é maximizar a liberdade e o bem-estar. Schwartz demonstra o oposto. Quando confrontados com um excesso de opções (seja em marcas de cereais, planos de carreira ou parceiros românticos), ocorrem dois efeitos psicológicos negativos. Primeiro, a paralisia: “com tantas opções elegíveis… as pessoas consideram muito difícil escolher e acabam paralisadas”. Segundo, a diminuição da satisfação: mesmo depois de superarmos a paralisia, ficamos menos satisfeitos com a nossa decisão, porque “torna-se mais fácil para o sujeito imaginar que poderia ter feito uma escolha melhor”.

O segundo acelerador é o diagnóstico do sociólogo Zygmunt Bauman: vivemos na “Modernidade Líquida”. Num mundo “líquido”, tudo o que era sólido (instituições, carreiras, identidades, relacionamentos) se dissolve. Vivemos num estado de fluidez constante onde os “laços são frágeis” e as conexões se tornam “descartáveis”. Neste mundo, como ilustra uma análise da cultura contemporânea, corremos o risco de tratar as pessoas como objetos de consumo, como uma “latinha de Coca-Cola” — “bebe o que elas têm de melhor e depois… amassa e joga fora”.

Isto lança uma luz final e trágica sobre a angústia de Life is Strange. A escolha final entre Chloe e Arcadia Bay é tão dolorosa porque é um ato de resistência desesperado contra a liquidez. Num mundo que está literalmente a ser dissolvido por um furacão (a metáfora perfeita para a modernidade líquida), a escolha de Max é uma tentativa de solidificar um laço, de salvar uma coisa sólida no meio do dilúvio.

A escolha, em última análise, é o campo de batalha da nossa existência. Da tela de um jogo à arena global do desporto, somos permanentemente apanhados na tensão entre o que fomos socialmente programados para ser (Bourdieu) e o que temos a coragem, e a angústia, de inventar (Sartre). E na nossa era contemporânea, líquida e paradoxal, onde a abundância de opções nos paralisa (Schwartz) e os laços se dissolvem (Bauman), cada decisão, por mais pequena que seja, torna-se um ato de resistência: um esforço para desenhar uma linha sólida no meio de um furacão.

Referências

AGORA é oficial: PSG anuncia contratação de Neymar. Globo Esporte, Rio de Janeiro, 3 ago. 2017. Disponível em: https://ge.globo.com/futebol/futebol-internacional/futebol-frances/noticia/agora-e-oficial-psg-anuncia-contratacao-de-neymar.ghtml. Acesso em: 09 nov. 2025.

BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Tradução de Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.

BOURDIEU, Pierre. O senso prático. Tradução de Maria Ferreira. Petrópolis: Vozes, 2009.

LIFE IS STRANGE. [Jogo eletrônico]. Desenvolvido por Dontnod Entertainment. Publicado por Square Enix. 2015. Múltiplas plataformas.

SARTRE, Jean-Paul. O existencialismo é um humanismo. Tradução de Rita Correia Guedes. Petrópolis: Vozes, 2014.

SCHWARTZ, Barry. O paradoxo da escolha: por que menos é mais. Tradução de Afonso Celso da Cunha Serra. São Paulo: A Girafa, 2007.

Deixe um comentário